Os números não mentem:
"Na comparação entre a amostra de presidiários e o restante da população paulista, o dado que mais chamou a atenção do pesquisador foi a quantidade de presos com religiões alternativas (espíritas, afro-brasileiras e evangélicas).
O número de presos sem religião (11,7%) também é quase o dobro do que na população de São Paulo (6,4%). Por outro lado, o percentual de católicos e evangélicos é menor entre a massa carcerária."
"É de 35,7% o percentual dos que se declaram sem religião nos presídios, um valor mais de duas vezes maior que o encontrado para os sem religião no município [no Rio de Janeiro], que é de 13,3%. Entre os presidiários, 30% deles são católicos e 14% evangélicos, ao passo que em todo o município 61,1% são católicos e 18,3% evangélicos. "
CONCLUSÃO:
Isso revela maior propensão ao crime por parte dos sem religião, porquanto são mais super-representados entre os bandidos. Isso reforça a tese de que a ausência da verdadeira religião é um flagelo social a ser combatido, pois os sem religião são duas vezes mais tendentes a ser bandidos, enquanto cristãos católicos são duas vezes menos tendentes. Comparando-se católicos e sem religião, estes são quatro vezes mais tendentes a ser bandidos do que católicos. A ausência de religião é sim uma chaga social, e o indivíduo sem religião tende a praticar mais crimes que o religioso. A moral cristã mais uma vez triunfa sobre a moral laica através de conclusões estatísticas. Infelizmente, o mundo caminha em direção oposta.
"Na comparação entre a amostra de presidiários e o restante da população paulista, o dado que mais chamou a atenção do pesquisador foi a quantidade de presos com religiões alternativas (espíritas, afro-brasileiras e evangélicas).
O número de presos sem religião (11,7%) também é quase o dobro do que na população de São Paulo (6,4%). Por outro lado, o percentual de católicos e evangélicos é menor entre a massa carcerária."
"É de 35,7% o percentual dos que se declaram sem religião nos presídios, um valor mais de duas vezes maior que o encontrado para os sem religião no município [no Rio de Janeiro], que é de 13,3%. Entre os presidiários, 30% deles são católicos e 14% evangélicos, ao passo que em todo o município 61,1% são católicos e 18,3% evangélicos. "
CONCLUSÃO:
Isso revela maior propensão ao crime por parte dos sem religião, porquanto são mais super-representados entre os bandidos. Isso reforça a tese de que a ausência da verdadeira religião é um flagelo social a ser combatido, pois os sem religião são duas vezes mais tendentes a ser bandidos, enquanto cristãos católicos são duas vezes menos tendentes. Comparando-se católicos e sem religião, estes são quatro vezes mais tendentes a ser bandidos do que católicos. A ausência de religião é sim uma chaga social, e o indivíduo sem religião tende a praticar mais crimes que o religioso. A moral cristã mais uma vez triunfa sobre a moral laica através de conclusões estatísticas. Infelizmente, o mundo caminha em direção oposta.
Você quer dizer que já que tem o dobro de católicos presos, eles cometem menos crimes?
ResponderExcluirComo assim homem? O_o
Não aprendeu na escola o que é proporcionalidade?
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