terça-feira, 30 de setembro de 2008

O caráter delinqüente de um militante homossexual


Impressiona a cara-de-pau destes canalhas militantes homossexuais... O indivíduo de nome "Gustavo Borges", integrante da comunidade do orkut "Homofobia já Era", confessa no post acima (clique nele para ampliá-lo) ter cometido crime de dano qualificado por três vezes (art. 163, IV do Código Penal), ao ter arranhado carros de pessoas que portavam adesivo do candidato a prefeito do Rio Marcelo Crivella. Não satisfeito, diz que continuará a praticar tal crime. Não sem surpresa, praticamente não há recriminação ao ato por parte de seus pares, ao mesmo tempo em que o traste conclama seus comparsas a assinarem uma petição digital de criminalização da homofobia! Notem o caráter vil destes delinqüentes!

É preciso lembrar aos desavisados que apesar de todos os seus defeitos, o Senador Marcelo Crivella tem o mérito de ser um adversário declarado dos militantes homossexuais no Senado, pois se opõe ao projeto de criminalização da homofobia, tendo já qualificado-o de uma "excrescência". Portanto, é bom mesmo que ele fique lá no Senado!

Porém, digna de atenção é a motivação do canalha para sair pelas ruas do Rio cometendo crimes a esmo. Este é um singelo exemplo de como é perigoso dotar essas pessoas de poder. Se desvinculados ao poder eles fazem isso, imaginem então com a máquina estatal a seu serviço? São completamente totalitários, desequilibrados e vândalos. Esse daí dá um exemplo de sua manifesta selvageria. Cuidado com eles! Primeiro eles quebram coisas. Depois vão querer quebrar pessoas. É a lógica dos fatos. E depois falam dos skinheads...

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Heteroflexíveis formam a nova tribo das baladas de São Paulo

Jovens encaram com naturalidade beijar pessoas do mesmo sexo.
Avessos a rótulos, heteroflexíveis gostam mesmo é de experimentar.

Claudia Silveira Do G1, em São Paulo

Uma nova tribo jovem já pode ser identificada nas baladas e nos bares de São Paulo: são os heteroflexíveis, meninos e meninas que beijam pessoas do mesmo sexo para experimentar, fazer uma brincadeira ou mostrar certo ar de modernidade.

Segundo a psicoterapeuta e sexóloga Mara Pusch, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), esse grupo é geralmente formado por adolescentes e jovens, na faixa dos 20 e poucos anos. Eles não se vestem de forma igual – como os emos – nem andam em grupo. Os heteroflexíveis gostam mesmo é de beijar e de tocar gente do mesmo sexo para testar sensações e ver como é.

“Tem a ver com a curiosidade típica dessa faixa etária”, diz Mara. Segundo a sexóloga, não é que agora todo mundo tenha começado a beijar todo mundo do mesmo sexo. Esses beijos só estão mais explícitos. “Hoje em dia, há mais liberdade. A sociedade aceita muito mais esse comportamento”, analisa a psicoterapeuta.

Apesar da experiência homossexual, do contato físico com uma pessoa do mesmo sexo, o heteroflexível não acredita ser gay, esclarece Mara, pois ele está apenas experimentando, e não vivendo intensamente uma relação homossexual. Só depois de provar e descobrir que gosta de pessoas do mesmo sexo, diz a sexóloga, é que é possível se sentir gay ou bissexual.

Não aos rótulos

Os integrantes desse grupo também são apelidados de bicuriosos – o nome já diz tudo – e de “total flex”, fazendo referência aos carros que rodam com álcool ou com gasolina. Mas, na verdade, eles preferem dispensar definições sobre a sua sexualidade.

“Os rótulos de hétero, homo ou bi são muito restritos. Eu, por exemplo, gosto de gente”, dispara a estudante universitária Mafalda Maya, de 22 anos, uma heteroflexível que sempre namorou meninos, mas que beija meninas na boca. “É muito comum na faculdade”, diz.

Quem quiser encontrar um heteroflexível é só freqüentar as boates mais descoladas da cidade. “Também é comum a gente fazer na balada. Quem é moderno, se diverte, mas os meninos caretas ainda ficam chocados ao ver duas meninas se beijando”, conta Mafalda.

A brincadeira com o fetiche masculino de ter relação sexual com duas mulheres ao mesmo tempo é um dos motivos que levam as meninas a se beijarem, mas também gera reclamação.

A cantora Katy Perry ficou famosa com o sucesso 'I kissed a girl'

“Homem é complicado, fica fazendo piada e diz que, a gente querendo, ele vai junto. Se é amigo, tudo bem fazer brincadeira. Se não é, incomoda. Ninguém quer ter seu espaço invadido”.

Trilha sonora

A curiosidade dos heteroflexíveis tem até música oficial: é o hit “I kissed a girl”, da cantora norte-americana Katy Perry. A música da artista, que pode ser traduzida como “Eu beijei uma garota”, fala sobre a experiência de uma mulher beijar outra para ver como é.

Na música, Katy diz que não planejava o beijo homossexual, mas que gostou da experiência. A cantora diz ainda que não pretende se apaixonar e espera que o namorado – sim, ela é heterossexual – não se importe com a travessura. (*)

(*) Esse é o triste resultado da apologia homossexual: de tanta repetição sistemática dos supostos benefícios do homossexualismo na mídia, o vício se transforma numa modinha entre os adolescentes mais áridos. O poder da mídia é muito forte, e encontrando respaldo na lei para deformar a cultura nacional, age neste sentido, devastando o país com toda sorte de apologia a imoralidades. Em um tal contexto, não seria espantoso se a mídia resolvesse fazer apologia do hábito de se comer fezes. Logo logo haveria tribos de comedores de merda espalhadas pelos quatro cantos. Agora, não é de se espantar que isso aconteça em São Paulo, pois essa cidade virou a capital nacional da degradação. Transformou-se na cidade mais degenerada do país, numa nova Sodoma, palco do espetáculo mais degradante do planeta, que é a Parada Gay, a ponto da cultura GLBT ter força de eleger seu prefeito.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

O integralismo aderiu ao politicamente correto




Não sou integralista, mas acho lamentável que um dos mais tradicionais movimentos de direita organizada neste país esteja despindo-se inteiramente do seu conservadorismo e adotando uma linha esquerdizante e politicamente correta. O panfleto acima foi distribuído na patética passeata pela "liberdade religiosa" - que de "liberdade religiosa" não tinha nada - realizada no Rio no último domingo, dia 21/09. Neste panfleto, podemos ver que o movimento integralista se alinhou aos ditames da satânica Nova Ordem Mundial de promover a fusão de religiões para a causa comum da "tolerância", ou seja, o movimento integralista está propondo o insosso mingauzinho ecumênico, politicamente correto, que tanto alegra a esquerda mundial e os hereges modernistas no interior da Igreja Católica. O integralismo mostra-se, assim, tão mesquinho quanto os outros partidos políticos, que lucram com a traição de seus princípios desde que isso possa lhes render uma fatia maior de popularidade. Para estas pessoas, até Deus pode ser negociado por oportunismo populista, de modo que os princípios religiosos devem ser renunciados por uma causa política, não importando se Deus e o diabo vão se ladear, não importando se o ostensório ira se ladear à galinha preta. O que vale para os senhores responsáveis por este movimento é aumentar sua popularidade. O panfleto mostra ainda que os integralistas aderiram aos ideais do liberalismo filosófico, citando trechos da Declaração dos Direitos do Homem e também da constituição. O católico desavisado deve ficar ligado! Se quiser mesmo ser um bom católico não poderá ser integralista, pois o integralismo vem abrigando em seu seio mais heresias, não apenas o tradicional evolucionismo, mas agora também o falso ecumenismo e o liberalismo filosófico.

Enfim, não podemos confiar mais em ninguém da direita brasileira...

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Paraolimpíadas: quintessência do politicamente correto



Que o deficiente físico é um ser humano que em princípio é digno de respeito como qualquer outro, trata-se felizmente de uma conquista do mundo civilizado. A compaixão pelos fracos é uma característica peculiar ao ser humano civilizado e reflete o triunfo da civilização sobre a barbárie. Entretanto, uma coisa é a compaixão pelos fracos ínsita nas sociedades civilizadas, e outra diferente é o culto à fraqueza.

Devo frisar aqui que o deficiente merece ser tratado com compaixão pelos demais seres humanos por estarem em relativa vulnerabilidade. Ressalte-se, no entanto, o termo "relativa", pois nada impede um deficiente de destacar-se pelo seu intelecto. Muito embora tenha tragicamente limitada a sua autonomia física, não morremos totalmente para vida por uma ou outra limitação física. Portanto, nada mais racional ver deficientes físicos aplicando-se a outras atividades que não lhes demandem explorar suas limitações. Entretanto, não é razoável exigir que os deficientes continuem a dedicar-se a estilos de vida que não se conformam a sua atual realidade física pelos motivos mais óbvios. Pensar o contrário, entendo, é infantilizar-se. Não se trata aqui de cuidar da saúde, mas ir muito além disso explorando suas limitações, como acontece nas paraolimpíadas.

Vejo nesses espetáculos deprimentes o vírus do igualitarismo estúpido através de sua subjacente ideologia não menos estúpida da "inclusão social". Essas competições são a quintessência do politicamente correto por exaltarem a inferioridade e cultuarem a fraqueza, diante das reações das mais artificiais do público perante um espetáculo tão fastidioso e sem emoção. É um espetáculo de fingimento mútuo. Os atletas fingem que são foras-de-série e o público simula suas reações de furor. A mídia se insere nesse contexto patético para explorar os apelos sentimentais mais piegas possíveis, a fim de que o público se comova com o esforço alheio, ainda que tais competições não lhe despertem um pingo de emoção. É claro, tais competições não têm emoção porque jamais os deficientes físicos deveriam estar onde estão, pois não reúnem a plenitude de sua capacidade física para competir, e competição sem emoção não é competição. Não seria muito diferente se inventassem por aí competições esportivas olímpicas para velhos caquéticos acima de 80 anos para promover a "inclusão social", e depois da maneira mais fingida possível celebrássemos suas vitórias. Seria risível e patético, da mesma forma.

Sejamos realistas e adultos, porque tais espetáculos são pueris e patéticos. Paraolimpíada é a quintessência do politicamente correto, repito. É o culto à fraqueza em sua expressão mais fiel. Trata-se de um espetáculo deprimente que tem como pano de fundo o igualitarismo do mais estúpido. O resultado é desastroso.
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