sábado, 16 de maio de 2009

Gay é ofensa



O homossexualismo é um flagelo. Ser chamado de "gay" ou "homossexual" é uma ofensa. Se estas palavras importam em ofensa moral, o homossexualismo não pode ser ambiguamente digno de respeito. Assim, se gay é ofensa, não pode ser ao mesmo tempo uma qualidade digna de respeito e muito menos receptora de privilégios. Ou é uma coisa ou outra. Por isso a concessão de supostos direitos aos gays - privilégios, na realidade - desmoralizaria a sociedade, pois importaria em tornar meritório aquilo que é digno de ofensas, ou seja, algo completamente absurdo e contraditório. As palavras "orgulho gay" são, pois, completamente ambíguas quando associadas. Decisões judiciais no sentido de privilegiar o homossexualismo estão completamente alheias a este fato.

Uma destas decisões foi a que censurou o programa de João Kleber em 2005 e praticamente o exilou do país, numa manifestação de total intolerância desta emergente "ditadura gay". João Kleber foi censurado por decisão judicial que o proibiu de continuar exibindo seu programa vespertino, em função de supostas violações aos "direitos humanos" [1], leia-se aí exibir, através de diversas pegadinhas, a realidade de que o homem comum reage com hostilidade quando chamado de gay, viado, bicha ou quando simplesmente é envolvido no homossexualismo. Isto ocorre porque este homem reage instintivamente. Faz parte de seu instinto biológico de conservação e perpetuação da espécie repudiar o homossexualismo. É um ódio mais do que natural. É um ódio perfeito.

Fato é que o gayzismo vem arracando paulatinamente nossas menores parcelas de liberdade. Mesmo em piadas aparentemente inocentes, o politicamente correto vai agindo no sentido de destruir nossa autonomia.

[1] http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=448

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Bolsa Família sustenta novo voto de cabresto no Nordeste


Candidatos a prefeito e a vereador usam o programa federal de transferência de renda tanto para agradar o eleitor, oferecendo a ele um cartão de beneficiário em troca do voto, como para ameaçá-lo caso vote em algum candidato da oposição.

Principal programa social do país, o Bolsa Família tem sido utilizado nesta campanha municipal como uma nova modalidade de cabresto eleitoral, informa nesta quarta-feira reportagem de Eduardo Scolese, publicada pela Folha.

Candidatos a prefeito e a vereador usam o programa federal de transferência de renda tanto para agradar o eleitor, oferecendo a ele um cartão de beneficiário em troca do voto, como para ameaçá-lo caso vote em algum candidato da oposição.

Nas últimas três semanas, a Folha encontrou casos de uso eleitoral do programa no interior de Ceará e Piauí e ouviu denúncias informais em Paraíba, Bahia e Rio Grande do Norte. Promotores dizem que o principal obstáculo à fiscalização é o medo dos eleitores de serem perseguidos após a denúncia.

As eleições deste ano são, na prática, a primeira grande experiência municipal do uso do Bolsa Família para arregimentar votos. Neste ano, o governo reajustou em 8% o valor do benefício, anunciou um programa de qualificação de profissionais específico aos beneficiários e estendeu o benefício a jovens de 16 e 17 anos --iniciativas tidas como eleitoreiras pela oposição.

Outro lado

Segundo a secretária de Renda da Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social, Rosani Cunha, se as famílias souberem que a concessão do benefício é feita pelo governo federal, ficam menos expostas a ameaças nas eleições.

Cunha afirmou ainda que o programa não é "infalível", mas que os mecanismos de controle estão muito mais apurados. (*)

(*) Esse Programa de "transferência de renda", nome técnico dessa esmola pública, deveria ser questionado judicialmente por ferir o princípio da "moralidade administrativa", pois se por um lado cumpre alguma função social, transferindo renda para populações carentes, por outro, e em medida muito maior, acaba por corromper os valores sociais do trabalho, viciando a população a pedir em vez de trabalhar, além de servir de moeda de troca de voto como dá conta a reportagem acima. O atual presidente foi eleito graças aos votos dos nordestinos, que representam a maioria dos beneficiários deste Programa. Trata-se, pois, de um programa falaz, corrupto e oportunista.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...