terça-feira, 20 de julho de 2010

A puta que virou santa



Não é estranho à história do cristianismo uma ex-puta virar santa. O exemplo mais emblemático sem dúvida nenhuma é o de Maria Madalena. Este, porém, foi o exemplo de uma mulher que, por abnegação aos seus antigos costumes, orientou-se para uma nova vida, acolhendo em seu coração a doutrina de Cristo e acabando assim por ser canonizada. Nos tempos atuais, entretanto, desnecessária esta renúncia a hábitos pretéritos e a disposição em acolher novos costumes. Basta que a mulher seja vítima de violência para acabar canonizada pelos meios de comunicação.

O caso Eliza Samúdio é o caso de uma mulher canonizada enquanto tal. Ainda que esta mulher tenha sido uma prostituta e tenha morrido prostituta, acabou virando uma santa secular. Ainda que esta mulher tenha participado de várias orgias e conhecido a intimidade do time inteiro do São Paulo, como é fato notório, acabou por se transformar numa nova santa. Ainda que a dita cuja tenha tentado a todo custo um “golpe da barriga” em um jogador de futebol – o que de fato acabou conseguindo – é apresentada ao público como uma simples vítima. Ainda que a mesmíssima mulher tenha lançado mão de vários instrumentos de intimidação como ameaças, extorsão e processos judiciais para lograr êxito em seus objetivos de alpinismo social, é apresentada como nossa mais nova santa. O fato é que Eliza realmente era uma prostituta, e uma prostituta das mais sujas, e mesmo assim está sendo tratada como santa pela nova igreja secular: a mídia esquerdista.

Se numa extremidade temos uma mulher sendo canonizada enquanto tal, noutra temos um homem sendo demonizado enquanto tal. Aí aparece Bruno, o goleiro negro, de origem pobre e sem uma família que lhe dê suporte: pai e mãe presentes. Afirmar que exista um preconceito contra pessoas com tais qualidades não é ser politicamente correto. É a constatação de um fato. Soma-se a tudo isso o pecado mortal do goleiro: ter afirmado há tempos que já saiu no tapa com uma mulher. Tal declaração foi, sem sombra de dúvida, a sua sentença de condenação, muito embora saibamos haver uma distância imensa entre “sair no tapa” e cometer ou mandar cometer um homicídio. Mas o caso é que a tendência imprimida pela esquerda, e pela sua mídia obsequiosa, é a tolerância zero em situações de violência contra a mulher. No país da Lei Maria da Penha virou pecado mortal criticar a mulher, o que dirá agredi-la, pois a mulher é sempre vítima e santa e o homem sempre seu algoz e demônio. Dentro desse contexto, Bruno, com as características já citadas, tendo dado publicamente uma tal declaração e sendo associado, ainda que de maneira frágil, a um crime de homicídio, acaba exposto a linchamento publico, se transformando no ícone da opressão masculina; um verdadeiro demônio misógino encarnado.

Negar a existência de uma conspiração antimasculina é não saber interpretar os fatos hodiernos à luz dos acontecimentos. A mesma coisa é negar haver, na mesma direção, um avanço nas reivindicações feministas. A feminização da sociedade é um fato constatável e um processo de engenharia social, parte de um processo de inversão de valores e de uma engenhosa estratégia de desmoralização e desnorteamento desta sociedade. Pois o espírito feminino é passivo por natureza, mais inclinado ao sentimento do que à reflexão crítica, que demanda uma postura mais agressiva. Igualmente, menos suscetível à obediência e à hierarquia e, não resta dúvida, moralmente inferior ao espírito masculino. Pode-se dizer, enfim, que a mulher é mais inclinada ao mal que o homem. Isso explica em parte todo este processo.

Retornando ao caso, o conjunto probatório incriminando Bruno é sofrível. Nenhuma prova de que executou o crime, e tampouco registro de ordem direta ou indireta do jogador aos executores do crime. Isso sem falar de ausência do corpo e da arma do crime. Ausência, ainda, de registros comprometedores nas conversas gravadas no computador de Eliza. Foram encontrados vestígios de sangue da prostituta no carro de Bruno, que era de uso coletivo. O grande trunfo da polícia é o depoimento de um menor drogadicto e que tem por hábito mentir, segundo disse sua mãe [1], que inventou uma história que não se sustenta, completamente inverossímil [2], e que a todo tempo se contradiz, não havendo quaisquer evidências do crime no seu suposto local. Além disso, tendem a conferir total credibilidade às declarações de Eliza antes do crime, que culpou o goleiro por uma série de situações e crimes, embora seja, antes de tudo, uma mulher de mau procedimento, e por isso pouco confiável. Não, é claro, para a mídia, pois Eliza é a puta que virou santa. Assim, vieram os meios de comunicação uníssonos culpar inadvertidamente o Judiciário por não ter oferecido à Eliza as medidas protetivas da Lei Maria da Penha. Mas, enfim, é a palavra de um menor drogadicto e de uma prostituta que acaba prevalecendo contra a de um jogador profissional.

Assim, ainda que não estejam presentes os requisitos legais que autorizem a prisão preventiva do jogador, Bruno está sendo mantido preso e já está condenado de antemão por todos os meios de comunicação. A midia une o útil ao agradável, ou seja, propulsiona o feminismo ao mesmo tempo em que lucra com grande audiência. Os policiais envolvidos no caso estão apenas buscando os holofotes da mídia para alavancar suas carreiras. Se rumarem na contramão da tendência da mídia, estarão abortando suas chances de sucesso.

Ouso afirmar, portanto, que Bruno foi indiciado não por um crime contra a vida, mas por um crime político. O crime político de ter desafiado a ideologia feminista, que permeia os meios de comunicação, com uma ociosa declaração politicamente incorreta, e, assim, ter atraído contra si toda ferocidade da manipulável opinião pública e sua conseqüente carga de calúnias.

É, enfim, um absurdo o cidadão ser privado de seus direitos da maneira como foi por um conjunto probatório tão frágil e inconsistente. É, além de tudo, uma perigosíssima investida contra os direitos de todo o cidadão de um Estado já não mais democrático, mas completamente desfigurado em sua concepção política pela ideologia totalitária socialista.

[1] “Segundo ela, seu filho é dependente de drogas e que, por ter o hábito de mentir, não é confiável.” Disponível em http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/posts/2010/07/15/mae-de-menor-do-caso-bruno-diz-que-filho-usuario-de-drogas-308337.asp Último acesso em 20/07/2010.

[2] "O advogado contesta dois pontos levantados pela investigação da polícia mineira: o depoimento do adolescente J., 17 anos, primo de Bruno, e a ausência de sangue na casa onde Eliza teria sido asfixiada até a morte. “O menor fala que deram um pedaço do corpo da vítima para os cachorros comerem. Desde quando carne humana faz parte da dieta alimentar de um rottweiler?”, pergunta. “Sou amigo do Neném (Marcos Aparecido dos Santos, acusado de matar a estudante e esconder o corpo). Ele trabalha com treinamento de animais. Você pode colocar um filé mignon na frente de um cão treinado que ele não come”, afirma. Os quatro rottweilers adultos e seis filhotes do sítio foram levados para o Centro de Controle de Zoonoses de Belo Horizonte. A polícia chegou a examinar as fezes dos animais, mas não coletou indícios de que eles tivessem carne humana no organismo.

(...)

Veterinário e especialista em comportamento animal, José Vinícius Rodrigues Lopes explica que, para que os animais comessem carne humana, teriam que viver em situação extrema. “Teriam que estar com fome há muito tempo. Seria preciso também que estivessem condicionados a consumir carne crua. Além disso, o assassino teria que cortar partes bem pequenas”, afirma.

Segundo o veterinário, os cães não teriam condições de ingerir quantidade tão grande de carne. Eliza tinha aproximadamente 1,65 de altura e peso em torno de 55 quilos. “Dependendo do tamanho do cachorro, ele pode ingerir de 400 gramas a 1,5 kg por dia. Se um corpo com essas medidas fosse atirado à matilha, os cães levariam alguns dias para terminar e, ainda assim, deixariam vestígios de sangue e sobras porque, com o passar do tempo, a carne deixaria de ser atrativa para eles pela deterioração”, explicou. “Não é possível um cão comer carne humana. Há casos em que os animais matam, mas por instinto”." Disponível em http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/7/advogado_pretende_contratar_superperitos_para_livrar_bruno_95235.html Último acesso em 20/07/2010.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Jesus é Deus de acordo com a Bíblia

por Bro. Peter Dimond

Os “Testemunhas de Jeová” e os Unitários negam que Jesus Cristo seja Deus. Mas há muitas passagens na Bíblia que mostram que Jesus é Deus. As primeiras poucas que vêm à mente são:

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus.” (João 1, 1)

Respondeu-lhe Tomé: Meu Senhor e meu Deus!” (João 20, 28).

Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: antes que Abraão fosse, eu sou.” (João 8, 58).

“Eu sou” é o nome completo que Deus deu a Si Mesmo quando Ele apareceu a Moisés na sarça ardente para indicar que Ele é o Eterno, incriado supremo ser. Quando Jesus disse isso de Si Mesmo, Ele estava claramente indicando que Ele é Deus. Isso é o motivo pelo qual os Judeus “pegaram pedras” para matar Jesus (João 8, 59). A profecia de Isaías 9, 6, que é claramente a respeito de Jesus, também prova que Jesus é Deus:

porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz." (Isaias 9, 5)

Uma de nossas passagens favoritas sobre esse ponto, mas que é freqüentemente negligenciada é Atos 3, 15. Referindo-se a como os Judeus preferiram o assassinato de Barrabás ao de Jesus e que crucificaram Jesus, São Pedro diz:

Matastes o Príncipe da vida…” (Atos 3, 15)

O príncipe da vida Jesus é Deus. Assim, Jesus é Deus. Há muitas outras passagens, tais como Apocalipse capítulo 1:

E, no meio dos candelabros, alguém semelhante ao Filho do Homem… Ao vê-lo, caí como morto aos seus pés. Ele, porém, pôs sobre mim sua mão direita e disse: Não temas! Eu sou o Primeiro e o Último, e o que vive.” (Apoc. 1)

Algumas pessoas não estão cientes que Deus descreve-Se como “o primeiro e o último” no Antigo Testamento.

Eu, o Senhor, que sou o primeiro - e que estarei ainda com os últimos.” (Isaias 41, 4).

Há muitas outras passagens que nós podíamos trazer à baila, mas o fato que Jesus é Deus é também provado pelo que é chamado “Cristologia implícita”. Isso significa que a maneira pela qual Jesus falou mostrava que Ele é Deus.

Eu, porém, vos digo: todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração.” (Mat 5, 28).

Note que Jesus, comentando sobre as palavras e mandamento de Deus em Êxodo 20, 14 claramente põe Sua própria declaração no mesmo nivel: Você escutou o que Deus disse, MAS EU DIGO, diz Jesus. Essa maneira de falar mostra que Jesus é Deus.

Uma outra passagem interessante vem em Gálatas.

Paulo apóstolo - não da parte de homens, nem por meio de algum homem, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai que o ressuscitou dos mortos -…” (Gal 1, 1)

Na medida em que Paulo não se torna um apóstolo pelos homens ou pelo homem, mas por Jesus Cristo, a implicação óbvia é que Jesus Cristo não é somente um homem. Ele é também Deus.

O fato que Jesus é Deus e homem (um Pessoa Divina com duas naturezas) foi acreditado pelos primeiros padres da Igreja e é uma verdade que deve ser acreditada por todos que querem ser salvos e possuem a verdadeira Fé:

Desde 108 D.C., Santo Inácio para a igreja de Éfeso: "Inácio, que é também chamado Teóforo, para ela que foi bendita em grandeza através da plenitude de Deus Pai, ordenada antes do tempo para ser sempre resultante em glória permanente, unida imutavelmente e escolhida na verdadeira paixão, pela vontade do Pai e de Jesus Cristo, nosso Deus, para a igreja que está em Éfeso, na Ásia, digna de felicitação: abundantes saudações em Jesus Cristo e em inocentes alegrias." (Éfeso 1)

Papa Eugênio IV, Concílio de Florença, Sess. 8, 22 de Nov. de 1439, ex cathedra: “Quem quer que deseja ser salvo, necessita acima de tudo acreditar na fé Católica; senão que a preserve íntegra e inviolada, perecerá sem dúvida pela eternidade.– Mas a fé Católica é isso, que nós adoramos um Deus na Trindade, e a Trindade na unidade; nem confundindo as pessoas, nem dividido a substância; pois há uma pessoa do Pai, uma outra do Filho, uma outra do Espírito Santo, sua glória é igual, sua majestade co-eterna... e em sua Trindade não há nada primeiro ou último, nada maior ou menor, mas todas essas três pessoas são co-eternas e iguais uma a outra, de forma que em todo respeito, como já dissemos acima, tanto unidade na Trindade como Trindade na unidade deve ser adorada. Portanto, deixe aquele que acreditar seja salvo, pense assim concernindo a Trindade.

Mas é necessário para a salvação eterna que aquele que acredita fielmente também na encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo...o Filho de Deus é Deus e homem... do contrário aquele que não acredite nisso fielmente e firmemente não pode ser salvo.”

Datena é denunciado por ofender travestis na TV

Portal Terra

SÃO PAULO - De acordo com a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, a Defensoria Pública de SP denunciou o apresentador José Luiz Datena por "prática discriminatória contra travestis" na edição do dia 30 de abril do 'Brasil Urgente', da Band. Na ocasião, o programa exibiu a briga de um transexual, que acabou empurrando a câmera do cinegrafista da atração que registrava a confusão.

Para comentar o caso, o apresentador usou as expressões "isso é um traveco safado" e "travecão botinudo do caramba" e pode ser multado em até R$ 48 mil. À coluna, Datena disse que não é homofóbico e se referiu à atitude do travesti com o cinegrafista. Além disso, frisou que o agressor não pode se valer de sua sexualidade para agredir outra pessoa. (*)

(*) Já não é de hoje que a opção sexual vem sendo usada como blindagem para os homossexuais fazerem o que quiser e não poderem ser criticados pelos seus atos, sob pena de sermos rotulados de "homofóbicos".

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Homem é condenado em SP por matar pitbull após ser atacado

O segurança Mario Marcelo Silvério foi condenado a dois anos de prisão em regime aberto pela Justiça de Ribeirão Preto, a 313 km de São Paulo, por matar um pit bull em 2009. Ele recorreu ao Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, mas a pena foi mantida recentemente - a Corte só diminuiu a multa que ele terá que pagar, de dois para um salário mínimo.

Ainda cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas o advogado dele afirmou que vai esperar a publicação do acórdão do TJ, que foi unânime na manutenção da condenação, para analisar com seu cliente uma possível apelação.

O segurança conta que numa manhã, quando abriu o portão eletrônico, viu de dentro de seu carro um pit bull invadir o quintal e atacar seu cão da raça pincher. A mulher do segurança, que se recuperava de cirurgia, correu para dentro de casa. Ele ainda foi mordido na perna esquerda. "Dei uma paulada no cão, mas ele nem sentiu", recorda. Então, como último recurso, entrou em casa, carregou uma carabina calibre 22 (espingarda esportiva, registrada) e disparou contra o pit bull. O cão saiu e morreu na rua, um pouco além de sua casa, no Jardim Jóquei Clube. "Nem sei onde o tiro pegou."

Silvério informou que o pit bull vivia na rua. "O dono do cachorro não apareceu até hoje", diz o segurança, que naquele dia saiu para registrar o boletim de ocorrência no 2º Distrito Policial (DP). Porém, vizinhos acionaram a Polícia Militar (PM), que entrou em sua casa e apreendeu a arma.

O segurança afirma que atirou no pit bull dentro de seu quintal, mas a versão da PM era que ele tinha disparado na rua. Ele então foi indiciado no artigo da lei que determina pena de dois a quatro anos de reclusão e multa a pessoas que efetuarem disparos de arma de fogo em rua ou local habitado.

Ele considera a pena injusta. "Não gosto de ver maus-tratos, mas não tive alternativa naquele caso", afirma o segurança, que deixará de ser réu primário se a pena for mantida. O segurança ainda pode ter que arcar com as despesas das custas processuais, no valor de 100 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps). Para o advogado, mudar a decisão no STJ não será fácil. (*)

(*) É verdadeiramente um absurdo. Pra início de conversa, sou contrário à existência dessa raça de cães pitbulls, que são cães extremamente violentos. O cidadão não tem mais o direito de defender de uma ameaça à vida e integridade física a si mesmo e a sua família. Verdadeiramente absurda as decisões de 1° e 2° grau, pois claramente estamos diante de uma situação de "estado de necessidade". Prevê o art. 24: “Considera-se em estado de necessidade quem pratica o fato para salvar de perigo atual, que não provocou por sua vontade, nem podia de outro modo evitar, direito próprio ou alheio, cujo sacrifício, nas circunstâncias, não era razoável exigir-se.” Ora, o homem estava zelando pela integridade física e vida sua e de sua família, acabou sendo provocado por um cão perigoso e teve que sacrificar sua vida para se proteger, ainda que colocando fim na paz pública, mesmo que, com isso, não tenha causado dano efetivo a quem quer que seja. É um absurdo a decisão, pois fere o fundamental direito de defesa, consectário do direito à vida. Nessas horas dá vergonha da Justiça Brasileira!

Governo encaminhará ao Congresso projeto que proíbe palmada em crianças

BRASÍLIA - O governo envia nesta quarta-feira ao Congresso projeto de lei que pretende acabar com as punições físicas de pais e educadores contra crianças e adolescentes. O texto faz algumas alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente, que completa 20 anos. A lei já aborda a questão dos maus-tratos, mas de forma genérica, sem explicar o que pode ser definido como tal. Para a Secretaria de Direitos Humanos, que participou da elaboração do projeto, é preciso mudar a cultura de que palmadas e beliscões fazem parte da educação infantil.

- No Brasil, há o costume de bater em crianças, como há o costume de bater em mulheres - observou o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos.

Para ele, violência na infância gera adultos agressivos:

- Se uma pessoa é espancada ao ser educada sob pancada por alguém que geralmente é a pessoa mais amada por ela, essa criança acaba formando desde muito cedo a consciência de que é natural bater e de que bater e apanhar é do dia a dia. E com essa noção, o Brasil começa a entrar na rotina da violência.

O governo afirma que a intenção de tipificar na lei a proibição de castigos físicos não é criminalizar os pais, e sim evitar que tragédias como o caso Isabella Nardoni continuem acontecendo. Caso a lei seja aprovada, quem a infringir poderá receber penalidades como advertências, encaminhamentos a programas de proteção à família e orientação psicológica.

Embora o projeto de lei não contenha alterações estruturais no ECA, o texto também deverá discutir a real efetividade do enclausuramento de crianças e adolescentes que praticaram crimes. Vannuchi avalia que instituições como a Febem (unidade de internação para menores infratores) não cumprem o papel de reinseri-los na sociedade. Mas acaba contribuindo para torná-los criminosos mais graduados do que eram.

Na véspera, durante comemoração dos 20 anos do ECA na Câmara dos Deputados, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, disse ser contra a redução da maioridade penal. Para ela, o ECA foi resultado de muitos estudos e já demonstrou que crianças e adolescentes em situação de risco precisam de mais proteção, e não o contrário:

- Redução da maioridade penal não resolve esse problema.

As mudanças que serão propostas ao Congresso são fruto de propostas encaminhadas por organizações e pessoas físicas representadas pela Rede Não Bata, Eduque, que tem entre suas fundadoras a apresentadora Xuxa Meneghel.' (*)

(*) Pr 13, 24: "Quem poupa a vara odeia seu filho; quem o ama, castiga-o na hora precisa."

Pr 22, 15: "A loucura apega-se ao coração da criança; a vara da disciplina afastá-la-á dela."

Pr 23, 13-14: "Não poupes ao menino a correção: se tu o castigares com a vara, ele não morrerá, castigando-o com a vara, salvarás sua vida da morada dos mortos."

As palmadas têm sim efeito pedagógico porque nem sempre é possível o diálogo. Muitas das vezes é preciso recorrer à força bruta para vencer à rebeldia. O problema da força não está no uso, que guarda consonância com a lei natural, mas com o abuso. A violência não é um mal em si mesmo, mas um mal quando desviada do bem comum. Assim deve ser com a educação das crianças. A depender apenas do diálogo, a criança irá simplesmente bater no adulto, pois diálogo em si nem sempre é possível. Dependesse apenas do diálogo, não haveria tribunais, polícia, força militar, Estado. Tudo seria conseguido à base do diálogo. O projeto está contaminado pelo vírus de anarquismo pseudo-pacifista. Pseudo-pacifista porque quando não se usa a força, a força se volta contra você. Trata-se, portanto, de um projeto antinatural, antissocial, anticristão e contraditório. Trata-se, ainda, de um radicalismo absurdo despojado de boas intenções, mas com o objetivo claro de subverter a ordem, combatendo a família em seu seio, semeando a divisão.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

ONU: casos Mércia e Eliza mostram tramas cruéis contra mulheres

O Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), entidade da ONU, divulgou comunicado, nesta quarta-feira, no qual afirmou que os recentes casos de violência contra mulheres como a morte da advogada Mércia Nakashima e o desaparecimento da estudante Eliza Samudio, demonstram "tramas cruéis da violência contra as mulheres" e "as sucessivas violações de direitos de decisão e autonomia das mulheres, que culminam com o femicídio".

A advogada Mércia Nakashima, 28 anos, estava desaparecida desde o dia 23 de maio. Seu corpo foi encontrado no dia 11 de junho na represa de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo. O principal suspeito como autor do crime é o ex-namorado dela, Mizael Bispo de Souza.

Eliza desapareceu no dia 4 de junho, quando teria saído do Rio de Janeiro para Minas Gerais a convite do goleiro Bruno, do Flamengo. No ano passado, ela procurou a polícia para dizer que estava grávida do goleiro, e que ele a teria agredido para que ela tomasse remédios abortivos para interromper a gravidez. Um processo de reconhecimento de paternidade corre na Justiça do Rio de Janeiro e o menino foi registrado apenas com o nome da mãe, sem pai declarado.

A Unifem condenou ainda a agressão da jornalista Márcia Pache (que levou uma tapa na cara ao entrevistar um vereador na cidade matogrossense de Pontes de Lacerda) e afirmou que as mulheres não estão imunes a praticas violentas, nem mesmo no exercício profissional. A entidade defendeu a rigorosa aplicação da lei Maria da Penha nos milhares de casos de agressão. (*)

(*) A ONU pega carona em fatos episódicos para sua hipócrita campanha feminista. Por que carga d'águas a ONU não se preocupa com os bebês do sexo feminino que costumam ser assassinados dentro ou fora do ventre materno na China, em seu atroz controle populacional? A ONU pega carona na histérica campanha antimasculina e feminista da mídia, que condena e julga homens ainda que não haja provas realmente condundentes de participação em crimes. Precisam, porém, exorcizar o homem como um monstro que mata mulheres, usando até uma expressão particular: o femicídio.

sábado, 10 de julho de 2010

Maioria é contra adoção por casal gay no Brasil


Quase dois meses após o STJ (Superior Tribunal de Justiça) reconhecer que casais homossexuais têm o direito de adotar, 51% dos brasileiros dizem ser contra essa prática. Outros 39% são favoráveis à adoção por gays.

É o que revela pesquisa Datafolha realizada entre os dias 20 e 21 de maio com 2.660 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

As mulheres são mais tolerantes à adoção por homossexuais que os homens: 44% contra 33%. Da mesma forma que os jovens em relação aos mais velhos: na faixa etária entre 16 e 24 anos, a prática é apoiada por 58%, enquanto que entre os que têm 60 anos ou mais, por apenas 19%.

"Já é um grande avanço. Na Idade Média, éramos queimados. Depois, tidos como criminosos e doentes. O fato de quase 40% da população apoiar a adoção gay é uma ótima notícia", diz Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

Ele reconhece, porém, que o preconceito é ainda grande. "Serão necessárias muitas paradas e marchas para convencer a população de que somos cidadãos que merecemos o direito da paternidade e da maternidade."

A taxa de pessoas favoráveis à adoção por homossexuais cresce com a renda (49% entre os que recebem mais de dez salários mínimos contra 35% entre os que ganham até dois mínimos) e a escolaridade (50% entre os com nível superior e 28%, com ensino fundamental).

Para a advogada Maria Berenice Dias, desembargadora do Tribunal de Justiça do RS, a tendência é que a decisão do STJ sirva de jurisprudência em futuras ações e que isso, aos poucos, motive mais pessoas a aprovarem a adoção por homossexuais.

"A maioria da população brasileira ainda é conservadora, mas já foi pior."

Entre as religiões, os católicos são os mais "progressistas": 41% se declaram a favor da adoção por homossexuais e 47%, contrários. Entre os evangélicos pentecostais, a desaprovação alcança o maior índice: 71%, contra somente 22% favoráveis.

O padre Luiz Antônio Bento, assessor da comissão para vida e família da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), afirma que a adoção por homossexuais fere o direito de a criança crescer em um ambiente familiar, formado por pai e mãe, e isso pode trazer "problemas psicológicos à criança".

A psicóloga Ana Bahia Bock, professora da PUC de São Paulo, discorda. "A questão é cultural. Se a criança convive com pessoas que encaram com naturalidade [a sexualidade dos pais], ela atribui um significado positivo à experiência." (*)

(*) Em primeiro lugar, nota-se que a antipatia ao homossexualismo é a regra. Por isso, criar direitos vinculados ao homossexualismo é um desrespeito à população, que reprova essa prática. Uma lei anti-homofobia, então, seria um ato atroz de tirania.

Nota-se, também, pelos resultados da pesquisa, que as mulheres geralmente apóiam o homossexualismo já que usam menos o cérebro e se inclinam mais aos argumentos emocionais, que são os únicos utilizados pelos homo-militantes para validar seu comportamento.

Outra conclusão é que o catolicismo brasileiro é realmente uma piada e que os católicos assim se consideram apenas nominalmente, pois no fundo não passam de apóstatas. A média de reprovação da população é até superior a dos católicos. Uma verdadeira vergonha e achincalhe à religião católica. Os protestantes, nisso, são mais comprometidos com a doutrina cristã.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Divórcio Express aprovado no Senado

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (7) o fim da exigência de separação judicial prévia dos casais para a obtenção do divórcio.

Casal não terá mais de aguardar prazo para se divorciar; regra vale assim que publicada no "Diário Oficial"

A proposta dividiu parlamentares e foi apelidada tanto de "PEC do amor" quanto de "PEC do desamor"

O divórcio no Brasil vai mudar. O plenário do Senado aprovou ontem, em último turno, a chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do divórcio direto.

Essa alteração no texto constitucional acaba com os prazos atualmente necessários entre o fim da convivência do casal e o divórcio e ainda tira da Constituição a figura da separação formal.

Hoje a regra é a seguinte: o divórcio pode ser pedido após um ano da separação formal (judicial ou no cartório) ou após dois anos da separação de fato (quando o casal deixa de viver junto).

A partir da publicação dessa emenda constitucional, o pedido de divórcio poderá ser imediato, feito assim que o casal decidir pelo término do casamento.

Como a proposta já foi aprovada pela Câmara, agora só falta ser promulgada e publicada para passar a valer -como é PEC, não será necessário passar pela análise do presidente da República.

Bastante polêmica, a matéria já foi chamada de "PEC do desamor", pelos que argumentam que ela facilita indevidamente o fim do casamento, e de "PEC do amor", pelos que entendem que a proposta vai encurtar o trâmite do divórcio e facilitar o início de novas relações.

"Milhares de pessoas se separam e se divorciam por ano no Brasil, é um benefício. Vai economizar custos processuais, honorários advocatícios e sofrimento", afirmou um dos principais articuladores da proposta, o deputado federal Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA).

"O Estado não tem que ficar determinando quando a intimidade das pessoas vai acabar", defendeu o advogado Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família) -entidade idealizadora da proposta.

POLÊMICA

Radicalmente contra a proposta, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), da bancada evangélica, disse que a votação foi precipitada e que a PEC vai banalizar o divórcio.

"Nos países em que [o divórcio direto] foi adotado, há pessoas que casam e descasam em semanas."

Crivella disse que fará um recurso à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), pois haveria, segundo ele, menos votos a favor do que o mínimo para a aprovação.

O presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), contesta o recurso e diz que a proposta será publicada.

A lei acaba com os prazos de pedido de divórcio, mas este em si não foi diretamente alterado.

Ou seja: nele, continuam inclusas as discussões sobre filhos, patrimônio e pensão alimentícia.

Continuará sendo necessário contratar um advogado para cuidar do caso.

Lobby da igreja tentou barrar PEC do divórcio

Durante sua tramitação, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do divórcio direto, como ficou conhecida, levantou polêmica, principalmente nos setores ligados a instituições religiosas.

Há um ano, pouco depois de a PEC ter chegado ao Senado, vinda de uma aprovação rápida na Câmara, a proposta ficou na mira de parlamentares ligados à Igreja Católica, chegando a "estacionar" durante um mês em razão desse lobby.

No fim do ano passado, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) classificou a proposta como "promoção do divórcio". "Fomenta a irresponsabilidade, promove a facilidade e não deixa espaço à ponderação", defendeu o Conselho Episcopal de Pastoral em 2009.

A CNBB mantém a linha de defender que não haja o divórcio. Mas, frente ao que considera a banalização do casamento, a entidade se posiciona a favor da manutenção de um "prazo de reflexão", mesmo que de seis meses, para que o processo do divórcio possa ser iniciado.

No posicionamento de 2009, em que expressa sua "preocupação em favor da família", a CNBB defende a reflexão antes do divórcio.

"Ninguém ignora que a vida conjugal tem os seus momentos: alegria, felicidade e dificuldades. Todavia, as dificuldades tornam o amor mais adulto, mais maduro e consciente. A ponderação e o aconselhamento são fundamentais diante desta decisão difícil", diz nota de dezembro da entidade.

Os defensores da PEC rejeitam o carimbo de contrários à família. "Quem se opõe à proposta diz que esse é o divórcio instantâneo, o fim da família. É um discurso moralista. O divórcio da forma como a PEC propõe imprime mais responsabilidade às pessoas: elas terão que ter mais responsabilidade com o destino das suas relações", afirma Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família).

O divórcio-relâmpago fragiliza ainda mais a família (Ives Gandra Martins)

A emenda constitucional, aprovada pelo Congresso, objetiva facilitar a obtenção do divórcio, suprimindo requisito relativo ao lapso temporal --de um ano contado da separação judicial e dois anos da separação de fato--, denominada de a "PEC do divórcio-relâmpago", a meu ver, fragiliza ainda mais a família, alicerce da sociedade, nos termos do artigo 226 'caput' da Constituição Federal.

Na medida em que os mais fúteis motivos puderem ser utilizados para que a dissolução conjugal chegue a termo, sem qualquer entrave burocrático, possivelmente, não possibilitando nem o aconselhamento de magistrados e nem o de terceiros para a tentativa de salvar o casamento, o divórcio realmente será relâmpago.

Não poucas vezes, casais que estão dispostos a separar-se, não percebendo o impacto que a separação pode causar nos filhos gerados, quando aconselhados e depois de uma reflexão mais tranquila e não emocional, terminam por se conciliar.

ÍMPETO

Conheço inúmeros exemplos nos quais o ímpeto inicial foi contido por uma meditação mais abrangente sobre a família, os filhos e a vida conjugal, não chegando às vias do divórcio pela prudência do legislador ao impor prazos para concedê-lo e pela tramitação que permite, inclusive, a magistrados aconselharem o casal em conflito.

A emenda mencionada autoriza que, no auge de uma crise conjugal, a dissolução do casamento se dê, sem prazos ou entraves cautelares burocráticos. Facilita, assim, a tomada de decisões emotivas e impensadas, dificultando, portanto, uma solução de preservação da família, que foi o objetivo maior do constituinte ao colocar no artigo 226, que o Estado prestará especial proteção à família.

Entendo que a "PEC do divórcio-relâmpago" gera insegurança familiar, em que os maiores prejudicados serão sempre, em qualquer separação, os filhos, que não contribuíram para as desavenças matrimoniais, mas que viverão a turbulência da divisão dos lares de seus pais, não podendo mais ter o aconchego e o carinho, a que teriam direito --por terem sido por eles gerados ou adotados-- de com eles viverem sob o mesmo teto.

Como educador há mais de 50 anos, tenho convivido com os impactos negativos que qualquer separação causa nos filhos, que levam este trauma, muitas vezes, por toda a vida.

Por isto, sou favorável à maior prudência, como determinou o constituinte de 88, no parágrafo 6º do artigo 226 da Lei Maior. Tenho para mim, inclusive, que o capítulo da Família na Carta Magna de 88, por ser a família a espinha dorsal da sociedade, deveria ser considerado cláusula pétrea. (*)

(*) Não há nesses senadores a menor nobreza. Não há a menor preocupação em assegurar a unidade da família e a sua primazia na construção das leis em nossa sociedade. O divórcio "express" além de ser antissocial, é inconstitucional, contrariando o art. 228 caput da Constituição Federal, que dispõe que "a família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado." Ora, se a família realmente tem especial proteção do Estado, não há razão para se esculpir uma emenda que a vulnerabilize a tal ponto de poder ser implodida diante de atritos dos mais fúteis entre os cônjuges.

Sob pretextos meramente técnicos, de "economia de custas e celeridade processual", a moral e a ética são desprezadas. Assim, setores de esquerda movem guerra à estrutura familiar com o objetivo de socializar as mentes dos cidadãos, sobretudo os mais jovens. O modelo republicano não pode conviver harmonicamente com várias monarquias que são as famílias. Por isso a guerra. Até mesmo o estúpido Cesare Beccaria reconheceria a jogada:

"Imagine-se um país formado por cem mil homens, distribuídos em vinte mil famílias de cinco membros cada, incluindo o chefe que a representa; se a associação é formada por famílias, existiriam vinte mil cidadãos e oitenta mil escravos; se é constituída por indivíduos, existiriam cem mil cidadãos livres.

No primeiro caso, seria uma república de vinte mil pequenas monarquias; no segundo, tudo respirará o espírito de liberdade, que animará os cidadãos, não só nas praças públicas e nas assembléias da nação, porém mesmo sob o teto doméstico, onde residem os principais elementos de felicidade e de miséria." (Dos Delitos e das Penas, pp. 96-97, Ed. Martin Claret, 2009)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Google, uma empresa homoabortista



O Google é uma empresa satânica e homoabortista. Em 2008, o Google recusou-se a mostrar uma propaganda contra o aborto de uma organização cristã, alegando que sua política bania a propaganda de sites que misturavam aborto com conteúdo religioso. Acabaram perdendo a batalha na Justiça.

Agora, em 2010, a empresa vai oferecer um bônus em dinheiro aos homossexuais que desejam se emparelhar. A idéia absurda é baseada no fato de que, sob a lei norte-americana, quando uma firma oferece seguro-saúde como um benefício para um parceiro empregado, casais normais estão livre de impostos, mas homossexuais são taxáveis. Para compensar isso, os empregados homossexuais do Google receberão um adicional em sua remuneração para estimular seu emparelhamento.

Enfim, esta é mais uma prova insofismável, que se soma às demais provas expostas aqui neste blog, de que o grande capital pode conviver harmonicamente com valores socialistas, pois, sob a bandeira da "igualdade", a imoralidade é igualada à moralidade; o mal ao bem. Capitalismo e socialismo são os dois ovos chocados pela serpente, unidos pelo tronco comum do materialismo, conspirando pela perversão dos valores da civilização cristã ocidental.

Playboy portuguesa profana imagem de Jesus Cristo

A "Playboy" portuguesa de julho homenageia o escritor José Saramago com capa e ensaio polêmicos.

As imagens, tanto na página principal como dentro da revista, mostram Jesus Cristo com mulheres nuas.

O ensaio é uma referência ao também polêmico livro do autor, "O Evangelho segundo Jesus Cristo", que abalou suas relações com a Igreja Católica.

A revista traz uma entrevista com Saramago, morto no último dia 18 de junho, nas Ilhas Canárias. (*)

(*) A profanação de imagens religiosas Virou moda nos países ocidentais mais moralmente decadentes, sobretudo naqueles onde os judeus detêm o controle dos meios de comunicação. Portugal, outrora, um país fortemente católico, hoje legaliza o homossexualismo e libera o aborto. Se hoje eles fazem isso com imagens religiosas, em breve estarão criminalizando o cristianismo.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Travesti é morto a tiros em São Bernardo do Campo

Um travesti foi assassinado com quatro tiros, por volta da 1h30 da madrugada desta terça-feira, em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. Ele era de Minas Gerais e estava na cidade havia um mês. O autor dos disparos também baleou no pescoço outro travesti, que escapou com vida. Os dois teriam sido atacados por um homem que foi assaltado no local e voltou para se vingar.

O sobrevivente disse à polícia que estava na esquina das ruas Pedro Setti e Caetano Zanella quando um homem, em uma moto amarela, apareceu atirando. Segundo ele, o criminoso havia sido roubado na noite dia anterior naquele local por outros dois travestis. A vítima disse que o suspeito o baleou no pescoço e começou a perseguir outro travesti, que foi atingido no peito, no pescoço e duas vezes nas costas. Ele estava sem documentos e não havia sido identificado até o início da manhã.

O travesti que sobreviveu é de Fortaleza e se mudou há duas semanas para São Bernardo do Campo. Ele não corre risco de morte, mas está internado em um hospital da região. O caso foi registrado no 1º Distrito Policial (DP) da cidade. (*)

(*) A considerar o relato da vítima sobrevivente, trata-se de um crime injustificável, pois uma pessoa não pode pagar pelos crimes de outra. Entretanto, dificultoso é conferir credibilidade a esse relato e imaginar que alguém iria atirar a esmo em travestis que não tivessem relação com um possível crime cometido, considerando o histórico de crimes praticados por essas gangues. Esse blog já mostrou inúmeros exemplos. Eu sinceramente não acredito nesse relato. Penso que se tratou claramente de um crime de vingança e que os travestis atingidos não foram atingidos por acaso. Acho que aprontaram de fato com o atirador e por isso acabaram baleados. Retratar travestis como vítimas circunstanciais é algo que costuma ser muito comum na mídia heterofóbica.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Torcedores franceses pedem exclusão de 'pretos e muçulmanos'

Após a eliminação da França na Copa do Mundo, um grupo de cerca de trinta torcedores invadiu a sede da Federação Francesa de Futebol (FFF), em Paris, e com gritos racistas, pressionou o até então presidente da entidade, Jean-Pierre Escalettes, a não mais convocar “pretos e muçulmanos” para a seleção.

O caso, revelado pelo jornal Le Figaro, ocorreu no último dia 25 de junho, três dias depois da derrota da França para a África do Sul pelo placar de 2 a 1, que eliminou a então vice-campeã mundial do torneio.

Segundo atesta o jornal, o grupo de torcedores racistas, uma minoria que costuma fazer barulho principalmente em partidas do Paris Saint-Germain, invadiu a sede da FFF e pichou o muro da entidade com os dizeres “Aqui é Paris, não Argélia”, em referência hostil à presença de imigrantes tanto na seleção quanto na sociedade francesa.

Além disso, a imprensa local registrou a seguinte frase, atribuída ao grupo: “Digam ao Sr. Escalettes que queremos uma seleção francesa branca e cristã, e que exclua os pretos e muçulmanos do time. Digam a ele que voltaremos e quebraremos tudo”.

A FFF registrou queixa na polícia parisiense, por difamação e danos materiais.

Conflito racial

Nas Copas de 1998 e 2002, os Bleus tinham doze atletas negros ou árabes, cuja família tem sua origem fora da França continental – oficialmente, o país ainda tem províncias fora da Europa, como a Guiana Francesa e a Ilha de Reunião, além de colônias como Martinica, Nova Caledônia e Polinésia, entre outras. Vários atletas da seleção vêm ou têm ascendência nestas regiões, além das ex-colônias, como Argélia, Marrocos, Costa do Marfim ou Senegal.

O número de ‘não-brancos’ subiu para dezesseis em 2006 e voltou a treze na seleção que esteve na África do Sul em 2010.

Nas quatro últimas Copas, a presença majoritária de atletas negros e árabes na seleção foi colocada em discussão na França.

Em meados e fins dos anos 90, o racismo dentro dos estádios europeus começava a se intensificar, e atletas franceses que começavam a despontar, como Thierry Henry e, sobretudo, Patrick Vieira, lideravam movimentos contra o preconceito.

Já vesti as cores de todas seleções de base francesas, até a sub-21. Apesar disso, não sinto nenhuma ligação com estas equipes. Estou convencido de que, no fim das contas, para eles somos apenas uns árabes", disse o zagueiro Habib Bellaid, que esteve na África do Sul

De maneira que, em 1998, com o título da Copa do Mundo, a diversidade racial era celebrada, com uma seleção denominada como “BBB” (de “Black, Blanc e Beur”, ou “Negro, Branco e Árabe”) sendo recebida de braços abertos pela grande maioria.

Porém, ano a ano, a tensão em torno da imigração na Europa se intensificou, fez parte da agenda política de todos os países, e a seleção francesa de futebol, a mais multirracial de todo o Velho Continente, não passou incólume.

Racismo no meio político

Durante a Copa de 1998, o líder da extrema-direita francesa, Jean-Marie Le Pen, já havia demonstrado seu incômodo com o fato de a equipe campeã do mundo não ter “brancos o suficiente”. Em 2006, voltou a reclamar, dizendo que alguns jogadores não entoavam a Marselhesa, hino do país, com toda força e convicção do mundo. “Alguns nem sabem cantar”, disse na ocasião.

Poucos dias depois, ainda durante o Mundial de 2006, um político do Partido Socialista, Georges Frêche, declarou que era uma “vergonha” a quantidade de negros na seleção, àquela altura, já comandada por Raymond Domenech. “Daqui a pouco teremos onze negros no time titular”, reclamava em tom temeroso.

Já em 2010, um influente professor e intelectual francês, Alain Finkielkraut, que constantemente dá opiniões na mídia francesa, tachou a crise vista nos Bleus durante a Copa como o resultado de uma “divisão étnica e religiosa”, conseqüência da presença e ação negativa de “uma equipe de delinqüentes, que só conhece uma moral, a da máfia”, a de uma “geração de gentalha”, “de gente que se lixa para a França”.

“Essas declarações negam a pluralidade, elas traduzem um profundo desprezo pelos meios populares e uma forma de racismo que está se banalizando”, respondem os sociólogos Marwan Mohammed e Laurent Mucchielli, em artigo para o jornal digital Rue89.com (publicado por ex-jornalistas do diário Libération).

“Em 1998, os gols de Zidane eram assimilados como algo popular, marselhês, francês, os gols tinham a marca da pluralidade ‘Black-Blanc-Beur’. Contra a Itália, em 2006, a cabeçada de Zidane em Materazzi era algo vindo da Argélia, das periferias da França, mas ainda assim se perdoou o momento de fraqueza do herói nacional. Mas em 2010, sem desculpas: é caça às bruxas e análises próximas às do Le Pen”. (*)

(*) Eu já acentuei alhures que a quantidade de imigrantes na Seleção Francesa representa uma quebra de compromisso com o país que estão representando, pois não há verdadeira identidade com a nação que representam. É inaceitável que um país majoritariamente branco praticamente só tenha negros no time. E digo isto porque, ao contrário de esportes como boxe, basquete e atletismo, por exemplo, onde a predominância negra decorre da natureza, o futebol é um esporte racialmente democrático, isto é, não há uma superioridade clara de uma raça sobre outra em habilidades futebolísticas. Pelé era negro, mas Maradona branco. Portanto, os torcedores que protestam não estão errados em exigir uma seleção que seja mais semelhante ao povo que representa, mas agora, infelizmente, qualquer reação contra essa ordem de coisas é tratada como caso de polícia.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O alto custo da sodomia no Brasil

Roberto Cavalcanti

Através da notícia a seguir, temos as seguintes informações:

"O ministério adquire 32 tipos de remédios, sendo 13 nacionais e 19 estrangeiros. Os últimos absorvem 72% do orçamento para as compras, que é de aproximadamente R$ 1 bilhão.

(...)

Atualmente, 191 mil pessoas estão em tratamento contra a Aids no Brasil." [1]

Como se vê, o orçamento para gastos com a AIDS no Brasil é de 1 bilhão de reais, considerando apenas o orçamento do Governo Federal!

Pelo último boletim epidemiológico, de 2009, nós somos informados que a média é de 28% da proporção de casos registrados entre os homens que fazem sexo com homens. [2]

Assim, multiplicando-se este índice pelas atuais 191 mil pessoas em tratamento com AIDS, temos cerca de 53.480 homossexuais em tratamento, que por sua vez consomem potencialmente cerca de R$ 280.000.000,00 dos cofres do Governo Federal para custear seus divertimentos sexuais.

E veja bem. Este número é um número que na realidade deve ser bem superior, pois muitos daqueles catalogados como heterossexuais nessas pesquisas, com medo de assumirem sua condição homossexual, acabam mentindo para o entrevistador.

Os homossexuais costumam dizer que não devemos nos preocupar com aquilo que fazem, pois isso não nos afeta de nenhum modo.

Logicamente, uma grande mentira, pois o orçamento é sustentado graças a, entre outros, os recursos do tesouro que são custeados com o dinheiro de nossos tributos.

Com esta quantia de 280 milhões de reais, numa simples varredura no Google, podemos observar que poderiam ser construídos "sete sistemas adutores" na Paraíba servindo a 15 municípios do Brejo paraibano. [3] É também o custo aproximado do Governo de Santa Catarina para a reconstrução de estradas, pontes e obras de infra-estrutura devido às chuvas de 2008. [4] É o custo, ainda, para realização e conclusão de obras de infra-estrutura em cerca de 200 municípios de Minas Gerais:

"Serão obras de pavimentação e manutenção de estradas, recuperação e ampliação de aeroportos, elaboração de projetos de engenharia, além da construção de quadras esportivas e acessos a penitenciárias e intervenções complementares da Linha Verde." [5]

Portanto, com um mínimo de reflexão, podemos ter a dimensão do potencial destrutivo da prática sodomita em nosso país, como não somente um revés moral, mas também econômico.

E por que não estou abordando a quantia gasta com os heterossexuais? A diferença é que enquanto os heterossexuais, a maioria dos quais mulheres, não procuram a doença, mas são vítimas de maridos irresponsáveis com comportamento dúbio, os homossexuais procuram a doença como uma diversão inconseqüente.

Assim, jamais poderíamos fazer apologia de um comportamento que só nos traz prejuízos.

[1] http://noticias.r7.com/saude/noticias/saude-reduz-gastos-com-remedios-contra-aids-20100127.html
[2] http://189.28.128.179:8080/svs_informa/edicao-67-dezembro-de-2009/o-mapa-da-aids-no-brasil
[3] http://www.iparaiba.com.br/noticias,176226,5,pb+tera+cerca+de+rs+2+bilhoes+do+pac+ii+para+obras+estruturantes.html
[4] http://www.jornaldemuriae.com.br/noticias/noticia.php?id=540
[5] http://www.der.mg.gov.br/banco-de-noticias/509-minas-ganha-r-280-milhoes-em-obras-de-infra-estrutura

Missa em intenção de loja maçônica em Minas Gerais

A Paróquia de São João Batista, em Matipó, encerrou no domingo, 27, a comemoração da festa do padroeiro da cidade. A celebração de encerramento da programação contou ainda com a presença dos membros da Loja Maçônica Paz e Liberdade João Mendes Magalhães, da cidade de Matipó.

Em Matipó, a festa de São João Batista foi comemorada com grande intensidade e teve seu auge durante a última semana, especialmente no dia do padroeiro, 24 de junho, com celebrações, procissão e os festejos na praça central, além de barraquinhas e fogueira.

A missa de Ação de Graças em intenção da Loja Maçônica Paz e Liberdade João Mendes Magalhaes recebeu a participação ativa da comunidade e de vários maçons de Matipó e também da Maçonaria da vizinha cidade de Abre Campo. (*)

(*) Como se não bastasse a apostasia que se seguiu ao Concílio Vaticano II, agora temos missas em intenção de lojas maçônicas, nas quais o pároco acende uma vela pra Deus e outra pro diabo. Com efeito, se João Paulo II pediu a São João Batista para proteger o Islã, não é de se admirar que haja uma missa em intenção à maçonaria...

Itália entra com recurso contra proibição de crucifixos em escolas

BRUXELAS - Numa ação conjunta com dez países europeus, o governo italiano entrou com um recurso nesta quarta-feira no Tribunal Europeu de Direitos Humanos em Estrasburgo, na França, pedindo que a proibição da colocação de crucifixos em salas de aula do país seja suspensa. A decisão foi tomada em novembro do ano passado, e afirmava que símbolos da igreja em escolas públicas italianas "restringiam o direito dos pais de educar seus filhos de acordo com suas convicções". O caso acentuou as divisões entre os grupos de defesa dos direitos humanos e religiosos.

A aliança de países católicos e ortodoxos - Rússia, Grécia, Armênia, Bulgária, Chipre, Lituânia, Malta, Mônaco, San Marino e Romênia - no recurso reflete a preocupação de que a Corte estabeleça um rigoroso secularismo por toda a Europa. Um grupo composto por 33 membros do Parlamento Europeu também apoiou o recurso contra a proibição, que chocou o país e o Vaticano num momento em que a Itália e outros Estados europeus debatem os direitos de imigração e religião para os muçulmanos.

Tribunais italianos já declararam que a exibição de crucifixos é parte da identidade nacional italiana, e não uma tentativa de conversão. A participação de Moscou reflete o ativismo crescente da Igreja Ortodoxa Russa, que se juntou à Católica Romana para denunciar o secularismo generalizado de um continente que já foi sinônimo do termo "Cristandade".

As decisões da Corte - um braço do Conselho da Europa, foro europeu para questões relativas a direitos humanos - valem para os 47 países membros do conselho. Portanto, outras nações além da Itália serão afetadas pela medida.

O caso contra os crucifixos foi levado ao tribunal por uma mãe italiana que argumentou que, segundo a constituição da Itália, seus filhos têm direito a uma educação não religiosa.

"Dez Estados estão, de fato, explicando ao tribunal qual é o limite da sua jurisdição, e qual é o limite da sua capacidade de criar novos "direitos" contra a vontade dos seus Estados membros", disse em um comunicado Gregor Puppinck, diretor do Centro Europeu para a Justiça e o Direito, baseado em Estrasburgo.

Durante a audiência que durou três horas, o advogado italiano Nicola Lettieri afirmou que a lei só viola a Convenção Europeia dos Direitos Humanos se a exigência de um crucifixo tiver como alvo a conversão dos alunos ao cristianismo.

- Um crucifixo na sala de aula não está ali para doutrinar ninguém, mas está como uma forma de expressar um sentimento popular cerne da identidade nacional italiana - afirmou o advogado.

A decisão da Corte sairá em alguns meses. Se o governo perder o recurso no Tribunal Europeu, é possível que todos os símbolos religiosos exibidos em salas de aula na União Europeia acabem sendo proibidos. A lei italiana que determinava que crucifixos fossem pendurados em escolas data da década de 1920. Em 1984, um acordo entre o Vaticano e o governo italiano suspendeu a adoção do Catolicismo como religião do Estado. A lei do crucifixo, no entanto, nunca foi alterada. (*)

(*) Um crucifixo não faz de um lugar ou de uma pessoa algo católico, assim como a estátua têmis não leva ninguém a acreditar na mitologia grega. Nunca vi um ateu fundamentalista pestilento pedir pela retirada das estátuas têmis nos tribunais. Nem mesmo quando a religião do Estado era a católica, argumentou-se neste sentido. Ofender-se com símbolos católicos significa ofender-se com o próprio país, negando as origens e identidade cristã em todos os seus matizes. A nação italiana é culturalmente católica. Os nomes de santos são nomes de pessoas e cidades. Assim, podemos mesmo dizer que o padrão da sociedade é católico e que decisões no sentido de varrer símbolos religiosos do espaço público são absurdas, intolerantes e compõem o que se pode denominar de "totalitarismo ateu". Imperdível esse artigo do Professor Carlos Ramalhete a respeito do tema.
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