segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Rodolfo Bottino, homossexual assumido, morre de AIDS

O ator e chef de cozinha Rodolfo Bottino, 52 anos, morreu na manhã de ontem em Salvador em decorrência de uma embolia pulmonar. Ele estava internado no Hospital da Bahia para se submeter a uma cirurgia de fêmur e fazer exames, quando sofreu o quadro de embolia. Bottino já havia passado por tratamento de um câncer de pulmão, em 2006, e conseguiu se curar da doença. Logo depois, anunciou que era portador do vírus HIV desde a década de 1990. Deu várias entrevistas para falar do preconceito em relação à Aids. Também assumiu a homossexualidade e, desde então, falava abertamente sobre o tema.

Rodolfo Bottino Júnior nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de fevereiro de 1959. Estudou engenharia na Universidade Federal do Rio de Janeiro, mas logo ingressou na carreira artística. Começou a trabalhar no teatro ainda no grupo do centro acadêmico da UFRJ. O primeiro trabalho na Rede Globo foi a novela Livre para voar, de 1984, dirigida por Wolf Maia. Na década de 1990, ele trabalharia em mais oito novelas na mesma emissora. Entre elas, sucessos de público como Lua cheia de amor, O sexo dos anjos, Bebê a bordo, Bambolê, Roda de fogo, Ti-ti-ti e Perigosas peruas. Estrelou ao lado de Malu Mader, Cássio Gabus Mendes e Cláudia Abreu a minisérie Anos dourados. Depois, fez participações especiais na tevê.

De família tradicional italiana, Bottino aprendeu a cozinhar ainda na infância. Ele foi dono e chef de cozinha do restaurante Madrugada, que funcionava em Botafogo, nos anos 1980. Apresentou dois programas de culinária e gastronomia: Gema Brasil, na Rede Brasil, e UD Gourmet, no canal de compras Shoptime. Em 2002, o ator e chef conseguiu aliar as duas atividades no espetáculo teatral Risotto, dirigido por Luiz Salém e Stella Miranda. O prato que dava nome à peça era preparado ao longo da apresentação e servido para a plateia. Ele também assinava o blog Com um pé na cozinha, em que comentava visitas a restaurantes, receitas e fatos do cotidiano.

O ator fez poucas participações no cinema. O último filme em que atuou foi O homem do futuro, de Claudio Torres, lançado este ano. Em recente entrevista ao portal IG, ele afirmou: “Não tenho medo de morrer, só não quero morrer agora. Está bom aqui. Não quero ser exemplo para ninguém. Odeio ser chamado de coitadinho ”. Bottino também foi candidato, pelo PT do B, a deputado estadual pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2010 e fez do tratamento da Aids no sistema público de saúde uma das bandeiras de sua campanha. Até o fechamento desta edição, não havia informações sobre o sepultamento. (*)

(*) A morte prematura do ator demonstra como o homossexualismo abrevia a longevidade. Mais até que o cigarro, conforme demonstram as estatísticas. No entanto, enquanto o cigarro é cada vez mais demonizado e proibido no espaço público, o homossexualismo é incentivado e glamourizado irresponsavelmente pela grande mídia e pela esquerda governista. É a dialética da contradição... Que o ex-ator tenha se arrependido dos seus pecados e possa encontrar o repouso eterno. É o que sinceramente esperamos.

6 comentários:

  1. Rodolfo é admirável. Sempre fui fã dele, de sua alegria e de sua forma incrível de encarar a vida e suas adversidades. Perdemos um grande homem!

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  2. Grande ator sem dúvida. Grande homem não, a julgar pelo seu comportamento em vida. Espera-se, porém, que ele possa ter se arrependido, como já dito, pois Deus pode perdoar mesmo um homossexual notório.

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  3. Adorei o blog, faz tempo que eu procurava um Bill O'Reilly brasileiro. Apesar de discordar com absolutamente tudo escrito, parece ser um exemplo fiel do que o "outro lado da moeda" realmente pensa. Fonte de informação inestimável.

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  4. Ele não morreu de Aids, autor. Como você mesmo disse no texto ele morreu de embolia pulmonar o que não tem ave com a sua soropositividade. Qualquer individuo pode morre assim durante uma cirurgia.

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    1. Caro senhor, ele morreu de AIDS, que foi causa mediata. Embolia pulmonar foi causa imediata. Ou seja, complicações decorrentes da AIDS. Uma causa imediata não elimina a mediata. Portanto, seu argumento contraria a lógica mais elementar.

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