
Em 27 de outubro de 2011, na presença de Bento XVI em Assis, na Basílica de Santa Maria dos Anjos (Santa Maria degli Angeli), o feiticeiro do voodoo Wande Abimbola da Nigéria cantou um hino à entidade Olokun. Abimbola representou a seita do voodoo Yoruba no Quarto Encontro Inter-Religioso de Assis, que comemorou o primeiro desses eventos organizados por João Paulo II em 1986.
Acima, Abimbola cantando à sua deusa – você pode escutá-lo aqui; abaixo, ele saúda Bento XVI depois de terminar sua canção e discurso; mais abaixo, em frente da Porciúncula, lhe é dado um lugar de honra entre os pagãos, bem próximo a Ratzinger; por último, mais abaixo, na cerimônia ao ar livre, ao representante do voodoo é dado um preeminente lugar.
É custoso imaginar uma posição mais honrosa dada um representante do demônio. Mas na medida em que esse encontra-se promovido por alguém que alega ser papa, e realizado sob o pretexto da paz e do amor, é aceito pela maioria dos assim-chamados católicos. Não é surpreendente que somente um severo castigo universal pode pôr fim a uma tal apostasia.



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