Roberto Cavalcanti
com informações da Folha de SP
Imagine a senhora, mãe de uma menina de 10 anos, que numa ida ao banheiro feminino de um estabelecimento se depara com um homem de idade avançada trajando roupas femininas. Isso, obviamente, nos causa espécie, para dizer o mínimo do que se sabe. Não se sabe precisamente se no momento em que foi flagrado pela pequenina, o marmanjo estava com o bilau pra fora mijando, o quem sem nenhuma dúvida seria não somente chocante, como também obsceno.
Qualquer pessoa com o mínimo de bom senso, daquele tipo que não come cocô no café da manhã, certamente concordará com esta exposição, pois reflete a moralidade do homem médio.
Essa cena lamentável, que parece coisa de cinema, infelizmente teve lugar aqui mesmo no Brasil. Mais precisamente numa pizzaria de Nova Sodoma.
Obviamente, a mãe, testemunhando o abalo psicológico sofrido pela criança, tinha o dever moral de agir, de tomar as mínimas providências. E foi exatamente o que essa mãe fez: agiu, reclamando com o dono da pizzaria acerca do funesto acontecimento. Este, por sua vez, não hesitou em reclamar polidamente com o marmanjo para que tal fato não viesse a se repetir.
Mas o pior estava por vir, e veio.
O pior de tudo é que o sujeito ainda se julgava dono de suas razões, e teve a caríssima-de-pau de denunciar o estabelecimento pelo ilícito administrativo de "homofobia" na Secretaria da Justiça do Estado, que por sua vez deu razão ao cidadão, e quer agora ingressar na Justiça queixando-se de "preconceito".
Segundo as declarações facciosas da coordenadora estadual de políticas para a diversidade sexual, a pizzaria feriu a lei estadual 10.948/2001, pra quem não sabe aprovada na gestão do "direitista" Alckmin, do PSDB, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero.
Os militantes homossexuais são assim. Julgam que os homossexuais, em quais sejam as circunstânicas, são sempre vítimas: perseguidos, humilhados e constrangidos. Eles nunca perseguem, nunca humilham, nunca constrangem. São moralmente imunes e verdadeiras vítimas injustiçadas. Vítimas até mesmo de uma inocente menininha de 10 anos, que queria ir no banheiro, mas acabou constrangendo (pasmem!) um marmanjo com roupas de mulher no banheiro feminino e - quem sabe? - com o bilau pra fora mijando.
O radicalismo xiita dos militantes homossexuais é tamanho que, ao invés de reconhecerem o abalo psicológico causado à pequenina, se julgam as legítimas vítimas de constrangimento.
Constitui princípio basilar do direito que "a ninguém é dado beneficiar-se de sua própria torpeza". Esta simples lição de direito deveria valer para que o sujeito pensasse duas ou três vezes antes de buscar seus direitos na justiça, mas será que o Judiciário de Nova Sodoma terá a dignidade de dar uma interpretação menos sórdida que a tal coordenadora deu à não menos sórdida lei estadual?
O sujeito alegou ter "dupla cidadania" e por isso se arrogaria na condição de consolidar este direito em banheiros dos dois sexos, não obstante a usurpação do direito dos outros clientes.
É assim que os militantes homossexuais comportam-se. Eles reclamam tolerância para si, mas são intolerantes com os direitos de outrem. Eles desconhecem aquela outra máxima primária de que "o meu direito termina onde começa o do outro". Para eles, todas as questões são uma questão de tudo ou nada. Não há negociação. Eles não sabem se colocar em seus devidos lugares. Ou nós os aceitamos, ou nós morremos. É assim que eles pensam. Padecem de dissonância cogntiva. Como dissertei alhures, a respeito da dissonância cognitiva homossexual:
"o ativista gay, que é um verdadeiro complexado e sociopata, consciente de seus erros e marcado pelo egocentrismo, luta para forjar o mundo às suas feições e adaptá-lo às suas taras sexuais, adotando a alternativa número “2”."
Com efeito, o ativista homossexual quer curvar o mundo aos seus pés, buscando ações imperiais a fim de ser aceito, ao invés de simplesmente se conformar com a realidade, adaptando-se ao mundo em que vive. Isso ele não admite. Ele é sempre um revolucionário. Não tolera que as pessoas ao seu redor não aceitem seus costumes por uma mera questão de moralidade. Por isso sempre estará movendo guerra contra a sociedade para que esta aceite na marra as suas manhas imperiais.
Em suma, o militante homossexual quer dobrar todo mundo: a meninha de 10 anos, a mãe, o dono do estabelecimento, a sociedade e a moralidade do brasileiro. Todos estão errados e só ele está certo. Ele e os esquerdistas que o apóiam. Enfim, move-se uma verdadeira guerra porque um sujeito inconformado com a sua realidade biológica quer culpar os outros pela sua desgraça pessoal. O pior é que ele acaba até convencendo quem está certo, pois o dono da pizzaria já se arrependeu de ter coagido o cliente a usar o banheiro correspondente à sua realidade biológica.
Oh, Deus! Onde esse nosso mundo vai parar?
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sábado, 28 de janeiro de 2012
Travesti constrange menina de 10 anos em banheiro feminino de pizzaria
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Que nojo. A segurança das crianças está subalterna aos desejos sexuais de 1-3% da população.
ResponderExcluirSe não fosse a utilidade do homossexualismo para o avanço do esquerdismo, esse homem seria espancado na pizzaria. Não defendo isso, mas acho nojento que as coisas estejam a chegar a este ponto.+
Nojento demais. E ainda há quem defenda o miserável.
ExcluirNova Sodoma?! Perfeito! Hehehe!
ResponderExcluirSão Paulo se transformou sem dúvida nenhuma numa Nova Sodoma. Vale dizer que o espetáculo mais deprimente do planeta - "A Parada Gay da Paulista" - é a maior manifestação de imoralidade a céu aberto do mundo. Por isso o merecido qualificativo de "Nova Sodoma".
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