quarta-feira, 27 de junho de 2012

Homossexual mata namorado com água fervendo



A Polícia Militar prendeu no bairro Santa Terezinha, em Alagoinhas, o homossexual assumido Edvanio Pereira Pinho de 46 anos. Segundo a polícia, ele é acusado de matar com água quente o próprio amante, Erick Patrick Vila Flor de 36 anos.

A vítima teve 70% do corpo queimado e morreu logo após ter sido socorrido pelo SAMU. Edvanio também é acusado de outro homicídio que ocorreu há 21 anos. Em 1991, ele flagrou o amante Edmundo Marcelo com a namorada e desferiu vários golpes de faca nas costas do rapaz, que morreu no local. (*)

(*) O homossexualismo é um desvio moral de personalidade que reúne em si vários sintomas de desequilíbrio emocional.  Muitas das vezes tal desvio é ocasionado por influência demoníaca e práticas pagãs.  O homossexualismo não é uma doença.  Diferente disso, é um comportamento que está associado a várias doenças e transtornos mentais, envolvendo múltiplos distúrbios psíquicos.  O caso acima é um caso ilustrativo de desequilíbrio entre homossexuais, que se tornam bastante perigosos quando traídos ou simplesmente contestados.  A violência entre parceiros homossexuais é possivelmente maior (proporcionalmente) do que entre heterossexuais: um estudo de 6,714 obituários em jornais gays por toda a América (P. Cam­eron, The Homosexual Life­span, Eastern Psych. Assn., Apr. 17, 1993) revelou que (1) 1.4% dos gays e 7% das lésbicas foram assassinados; isso é mais de uma centena de vezes a taxa para não-homossexuais. (2) 0.6% dos gays e 5.7% das lésbicas cometeram suicídio, cerca de 50 vezes aquela de não-homossexuais. (3) 0.6% dos gays e 4.3% das lésbicas morreram em acidentes de veículos de motor, 18 vezes mais do que não-homossexuais. Arrisco a dizer que é mais provável encontrar um homossexual vítima de outro homossexual do que de um heterossexual.  Não obstante, o STF entendeu que o afeto deve irradiar efeitos jurídicos sobre tais parcerias, conferindo abrigo Constitucional às chamadas "uniões estáveis" homossexuais, enfim, um verdadeiro acinte, já que afeto podemos nutrir até mesmo por coisas, como já destacado alhures.  Pouco importa que as tais "uniões estáveis" sejam marcadas pelo desequilíbrio e pela violência.  A grande mídia omite casos de homossexuais se matando, mas super-dimensiona casos de heterossexuais agredindo gays, como o caso das lâmpadas fluorescentes na Av. Paulista, por exemplo.  Se as mídias alternativas não noticiam, ninguém é informado da violência entre gays.  O suspeito acima é reincidente em crimes da mesma natureza, e encontrava-se livre para matar mais parceiros.  Curiosamente, o movimento gay não contabiliza as vítimas de violência sofrida por parceiros do mesmo sexo.  Ele faz pior que isso.  O movimento gay mentirosamente propaga a falsa idéia de uma epidemia de crimes homofóbicos, incluindo crimes cometidos entre os próprios homossexuais, tais como esse.

4 comentários:

  1. "Arrisco a dizer que é mais provável encontrar um homossexual vítima de outro homossexual do que de um heterossexual"

    Errado. De acordo com Blosnich, John R, MPH; Bossarte, Robert M, PhD (2009):

    "Unlike Tjaden et al., we found no differences among females in type of victimization between same-sex and opposite-sex intimate partner violence (IPV), and no differences in physical and sexual abuse for male same-sex and opposite-sex victims; detection of the latter may have been affected by small sample sizes. When examined across perpetrator categories, female victims of same-sex IPV reported higher percentages of verbal and sexual abuse than male victims of opposite-sex IPV; however, the small sample of victims of same-sex IPV limited the ability to make detailed comparisons."

    Fonte: http://search.proquest.com/docview/215084750

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    1. Este estudo citado por ti não tem relação alguma com a afirmação que você epigrafou. Em primeiro lugar, o estudo em questão trata de "comparações de violência por parceiro íntimo entre os parceiros em relações do mesmo sexo e do sexo oposto nos Estados Unidos". A abordagem do estudo,além disso, limita-se à violência doméstica, quando a afirmação epigrafa estende-se inclusive a homossexuais que ganham a vida na rua. Ele não contesta que seja mais provável um homossexual ser vítima de outro homossexual do que de um heterossexual. Até porque seu estudo parece se dar em números absolutos e não proporcionalmente à representividade de cada população na sociedade. Ele afirma que as vítimas fêmeas heterossexuais se equiparam em violência doméstica às vítimas homossexuais - embora eu duvide muito - e que não há diferença em abuso sexual e físico para vítimas masculinas e do sexo oposto (!) Não é possível entender aqui o que sejam vítimas masculinas do sexo oposto. Se ele quer dizer com isso, respectivamente, vítimas masculinas homossexuais e vítimas masculinas de mulheres, o número é alarmante. O estudo em questão não explica, porém, qual foi sua medotologia. Parece mais um boneco de palha homossexual...

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    2. Roberto, Roberto... tudo bem que tu queira defender o teu ponto de vista. Eu respeito inteiramente este fato. Eu só não sei onde que intimate partner violence não tem nada a ver com um amante que mata o outro com água fervendo.

      O estudo que cito (que é de 2009, muito mais recente que este de 1993 citado por ti) utiliza o teste Qui-Quadrado para tirar as conclusões. Este teste consegue, pela sua própria definição, considerar as proporções das populações envolvidas, normalizando os valores absolutos delas.

      Além disso, o paper que linkei tem uma seção destinada especialmente a explicar a metodologia utilizada no estudo. Não sei como tu não conseguiu encontrá-la. Um trecho:

      "We obtained cross-sectional data from the 2005-2007 Behavioral Risk Factor Surveillance System survey, collected annually from a nationally representative sample of adults in US states and territories. The median response rates for the years 2005, 2006, and 2007 were 51.1%, 51.4%, and 50.6%, respectively.9

      Data on IPV victimization came from an optional IPV module that was administered in 12 states and territories in 2005, 8 states and territories in 2006, and 4 states and territories in 2007. The analyses presented here included respondents who indicated that they were victims of IPV and identified their relationships with the perpetrators (n =561 for 2005; n =5445 for 2006; and n =1992 for 2007). IPV victimization included lifetime verbal abuse, physical violence, and unwanted sexual intercourse."

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    3. Pela última vez, seu estudo não contesta que seja "mais provável um homossexual ser vítima de outro homossexual do que de um heterossexual", primeiro porque ele se limita à violência doméstica. Assim, é de se destacar um erro grosseiro seu: como heterossexuais podem ser vítimas de violência doméstica por gays? Bizarro, não!?? Seu estudo não trata, por exemplo, de travestis que ganham a vida na rua e cometem violência contra seus parceiros eventuais. Portanto, é apenas um universo micro que está sendo analisado no seu estudo. E mal analisado, diga-se de passagem. As comparações feitas são descabidas, pois a metodologia se dá em números absolutos, desconsiderando a representividade das populações homossexual e heterossexual na sociedade, o que seria essencial numa amostra minimamente honesta e transparente. O que você trouxe à baila aí não contesta isso. O estudo se baseou em amostras sem transparência e não representativas de cada população. É muito fácil eu falar que 2% (população homossexual) cometem 8 crimes de um total de 100, enquanto 98% (população heterossexual) cometem 92 crimes no mesmo total. Vai ficar parecendo que os heterossexuais cometem mais crimes em absoluto, quando proporcionalmente cometem menos. Fazendo continhas simples de matemática, teríamos que os homossexuais são entre 4 a 5 vezes mais propensos a cometer violência, de acordo com a representatividade de sua populaçãoIsso, por si, já desmantela toda a idoneidade deste estudo. Portanto, mais uma falácia. Compara-se, outrossim, a violência doméstica sofrida por lésbicas com não-lésbicas e de vítimas heterossexuais (mulheres e homens?) com a sofrida por gays masculinos. Que coerência existe nisso, diante da afirmação que você epigrafou? E onde está a representatividade de cada população?

      Enfim, você descontextualizou a minha afirmação e ainda por cima lançou mão de um estudo cuja metodologia peca pela falta de honestidade em suas amostragens. É o velho hábito do movimento gay de manipular estatísticas para expor uma mensagem distorcida.

      Comigo não cola, pois por mais que eu não seja um expert em estatísticas, tenho noções primárias que me possibilitam ter uma leitura minimamente coerente.

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