segunda-feira, 11 de junho de 2012

Pepê e Neném revelam que são homossexuais no “De Frente com Gabi”


As gêmeas Pepê e Neném contaram que são homossexuais no programa de Marília Gabriela. "A gente é homossexual desde criança. As duas. Com dez anos de idade me apaixonei por uma menina", contou Neném. Pepê completou: "Nós nunca passamos do limite, nunca paqueramos filha de empresário e nunca ficamos com fã. Nunca. Antes de qualquer coisa, somos profissionais. Nós nunca namoramos um homem".

As cantoras também falaram de fama e dinheiro. "Nos deixamos levar, não tínhamos advogado e fechamos contratos sem ler nada (sobre o começo da carreira)", disse Neném. Segundo Pepê,  elas foram enganadas por um empresário.  "Ele passava para a gente que show custava R$ 15 mil e, na verdade, era R$ 30 mil", acrescentou. O" De Frente com Gabi" com as gêmeas vai ao ar neste domingo, 22h15, no SBT. (*)

(*) Essa dupla fez um grande sucesso no final da década de 90 com músicas de duvidosa qualidade.  Por conta disso, logo caiu no ostracismo, de modo que poucos tinham noção que sua carreira ainda estava em atividade até os dias de hoje.  Naquela época não havia o filão de mercado gay; não havia apologia homossexual, coisa que só veio a tomar espaço na mídia na virada do milênio.  A partir de então, o Brasil veio a ser invadido pela atmosfera homossexualista, a qual piora a cada dia em sua sanha de formatar o comportamento da população para a aceitação compulsória do estilo de vida homossexual.  O movimento de direitos homossexuais, de cunho socialista, fez brotar então um capitalismo homossexual, com um mercado apto a ser explorado: oferta e demanda de produtos homossexuais não-eróticos.  É nesse oportunismo mercadológico que a dupla emerge nos dias de hoje, depois de longo período de esquecimento.  A dupla faz questão de exibir-se como homossexual como estratégia de marketing, a fim de explorar este mercado gay, que se impõe tal como um modismo.  O programa televisivo acima, por coincidência, foi ao ar justo na data da parada gay de São Paulo, revelando o grau de oportunismo em torno da opção sexual das cantoras.  Elas, é óbvio, querem lucrar em torno do seu lesbianismo.  É momento oportuno para ressurgirem das cinzas na grande mídia tal como uma fênix colorida.  A mídia pede isso e as cantoras agem com oportunismo, para serem mais um produto não-erótico homossexual a ser vendido, pelo menos entre gays e simpatizantes, ainda que o padrão de qualidade permaneça duvidoso.  A mídia não quer saber do conteúdo.  Quer saber da embalagem.  Se a embalagem é homossexual, deverá vender.  Pouco importa se o conteúdo é ruim.  A graça está na embalagem, pois se a dupla não se exibisse como homossexual, certamente permaneceria no ostracismo.  Qual razão senão o interesse de vender a imagem homossexual e seus produtos despertaria a atenção da mídia? Nisso vemos a força da ideologia, da política e da economia agindo em comunhão de interesses.  Quem ainda duvida que socialismo e capitalismo sejam as duas faces do deus Janus do materialismo moderno?
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