sábado, 7 de julho de 2012

SPFW: manifestação volta a pedir mais negros na passarela

Com palavras de ordem como "Se liga meu irmão, em terra de negro quem desfila é alemão", mais uma vez a ONG Educafro realizou um protesto na frente da Bienal pedindo a presença de 20% de negros nos desfiles do São Paulo Fashion Week. A manifestação ocorreu na tarde desta quinta-feira (14).

O voluntário da organização Antônio Gomes da Silva discursava falando que a prefeitura gasta milhões no evento e que os negros não têm acesso. "Queremos o mínimo de 20% de cota dos negros", disse.

Com um caixão no meio e as letras de SPFW desenhadas com correntes na frente, cerca de 10 manifestantes gritavam outras frases, para chamar a atenção do público que passava pelo local, mas não dava muita importância à manifestação.

Entre os manifestantes, há pessoas que não têm a pele negra, como André Rodrigues, que diz ser descente de negros e índios. "Tem de ter a cota para negros", afirmou.

A top negra Indira, indagada sobre o ato, diz ter opinão formada sobre o assunto. "Exigir cotas é também uma forma de preconceito, porque passa a ser uma obrigação".

Em 2009, a direção do evento e o Ministério Público assinaram uma carta de intenções de que a organização iria orientar as grifes a usar 20% de negros nos desfiles. O acordo tinha duração de dois anos. (*)

(*) Vale destacar a iniciativa surreal e invasiva do Ministério Público de totalitariamente querer ditar padrões de beleza em eventos de moda.  Não seria mais inteligente o MP tentar uma ação no sentido de fragmentar nosso território?  Uma cota territorial, onde um punhado de negros que se passam por "coitados inferiorizados" possam construir suas próprias universidades, seus próprios empregos, sua própria "Fashion Week" e viver em separado dos outros brasileiros, que tal? Falta pouco para o movimento negro querer converter suas pretensões em um tal disparate. É realmente impressionante como o MP se converteu em instrumento hábil de coerção político-ideológica nas mãos das ruidosas "minorias desfavorecidas".  Estas sempre encontram promotores e procuradores adestrados para fazer reivindicações das mais absurdas em prol destas minorias.  O MP se desfigurou completamente de seus deveres precípuos. É preciso deixar claro como as instituições do Estado se corrompem em um governo totalitário de esquerda. A cara-de-pau e complexo de inferioridade desses patetas do movimento negro também impressiona.  A top negra percebe isso e com sua elevada auto-estima resumiu sabia e laconicamente que onde deveria haver espontaneidade o movimento negro quer imposição.  Como disse alhures: "Diziam que as cotas raciais eram medidas transitórias e que se limitariam às universidades.  Hoje, vemos que o discurso é mentiroso".  As perniciosas cotas hoje estão por toda parte, inclusive em instituições privadas, e parece que vieram pra ficar, pois no país do assistencialismo o que não falta são oportunistas. 

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(...)

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Aos desavisados, aviso:

Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:

Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.

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